Todos conhecem aquelas pequenas imagens que compõem os nossos “resumos” de perfis digitais. São os conhecidos avatares, ou apenas “fotos de perfil”. Mas, será que já pensaram no que expõem e como escolhem as imagens?

A etiqueta digital claramente coloca as cartas na mesa. Nada de fotos ofensivas, espalhafatosas. Alguma que mostre seu rosto, sua feição. 3 x 4, busto ou corpo inteiro, bem coberto claro. Simples passos que por vezes são encobertos por alguma foto mais “artística ou conceitual”. Até aí nada de mais.

Complicado é quando posturas sensuais, desenhos abstratos ou imagens aleatórias são escolhidos. Melhor não colocar nenhuma imagem, poderia se pensar. Porém a individualidade é uma das bases do mundo digital, e não podemos censurar as escolhas das pessoas. Cabe pensar qual imagem que se constrói e que queremos expor.

É claro que não é possível “ter respeito” com quem “não o demonstra”. Coisa simples de se ver, coisa simples de entender, mas que acho que alguns ou propositalmente não fazem, ou querem mesmo vulgarizar. Fazer o quê? Também não há isso na vida “não-virtual”?

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