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Mais uma vez um dos encabeçadores da tecnologia é a IBM. Desta vez ela desenvolveu a tecnologia permitindo a criação de uma memória até 50 vezes mais rápida do que as atuais. Essas memórias são construídas com a mesma tecnologia flash usada em pendrives, SSDs, cartões de memória e módulos de RAM, por exemplo. São as que chamamos de PCM, e claro que isso pode fazer com que tods esses dispositivos se tornem claramente mais rápidos.

De acordo com estudos,  a vida útil de um pendrive pode durar por volta de 3 mil ciclos, já com uma PCM (“memória de mudança de fase”) a resistência passa para até 10 milhões de ciclos. A expectativa é de que os produtos comecem a ganhar espaço em data-centers antes de chegar ao consumidor comum.

Como funciona?

As propriedades de uma substância de uma condição amorfa para cristalina a partir condução de corrente elétrica criando a mudança de fase. A diferença de estado é usada para ler os padrões 0 ou 1 do código binário, usado por computadores para os dados armazenados em qualquer mídia.

Segundo a IBM o ponto extremamente positivo da tecnologia ótica é a velocidade. Os estudos da empresa apontom que  um módulo PCM responde a uma requisição por dados em menos de 1 microssegundo, enquanto que um módulo de memória RAM atinge 70 microssegundos.

A tecnologia deve implementada em aplicações muito específicas, supercomputadores e data centers, mas segundo a IBM, a ideia é tornar a tecnologia viável e barata o suficiente para aparecer em celulares e computadores domésticos o quanto antes.

Fonte:  IBM

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